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Primeiro cenário para fotos de meus 60 anos, ano que vem. Os amigos João e Alba transformarão a proposta ao sabor de flashs profissionais. Em processo, meu presente pra mim. E meu abraço para Flora que um dia me mostrou sua galeria da autoestima. Foto minha, junho, 2010.
Não é só porque o vestido é lindo e o tecido ótimo para o calor de 30, sensação térmica de 40. O vento forte e seco sobre o solo árido instaura movimentos imprevisíveis. É ficar ou seguir. Eu sigo. Abaixo a íntegra da foto e da idéia.
Tuaregue me descobri ao flagrar-me nos horizontes múltiplos: desde a areia da rua, passando pela reserva do cerrado, abrindo-se para a extensão plana e já devastada, a 800 metros do nível do mar. Como os nômades, aqui estou à mercê dos resgates, tão próxima dos desertos quanto dos rios que ainda tentam sobreviver. O vento indica que movimentos ainda não vão parar. Foto: Vera Rondon, no Pôr do Sol, Chapada dos Guimarães, agosto, 2009.
De repente, um pé de jambo, o esplendor das flores e seu tapete incrível no chão. Quem quiser entender do que falo siga as imagens. Jardim de meus amigos Glória e Guilherme. Chapada dos Guimarães-MT. Foto minha, julho, 2009.
A cor da flor de jambo é indescritível, só vendo com olhos sensíveis. Close "Jâmbico". Jardim de Glória e Guilherme. Foto minha. Chapada dos Guimarães-MT, julho, 2009.
Fotografar amadorísticamente é um risco. Mas a sensibilidade de olhar cresce na proporção que os olhos envelhecem, já com sinais de catarata, inclusive!
O presente artigo analisa poemas, quadros e uma letra de canção como textos portadores das características culturais pantaneiras, da região centro-oeste do Brasil, em suas peculiaridades formais e ideológicas. A abordagem aponta para a ecocrítica, através de conceitos transmitidos por autores como Raymond Williams, e assinala a filiação das composições às tradições literário-pastoris.